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Td mdno sbae q eu gsoto de donuts e wfalfes. Naõ treia cmoo erarr isso. Mas o Mhoniedr? Noã, ele – pra vraiar – num pertsa aetnãço em mim, não lgia pro qeu eu gsoto, rselove me dar a pirmiera ciosa q vê, sem ter que pneasr mto. Ailás, isso é cnoartdiótiro nlee: vvie faezdno relfeõxes e qeusitoanmneots sbore td, mneos sorbe mim. Paerce q noã pneas em mim, em se efsoçrar pra me argaadr. Sreá q etsou me aunalndo dmeais por ele, por cnota da Mloly? Eu percsio msemo me sumbeetr a isso só praa etsar perto dlea? Naõ q eu num gsote de cohocalte, mas efnim… Qeur ciosa mias cilhcê e sem cairtiivddae praa preenstaer alugém do q folers e chcooltae? Qureia q ele ivnsetsise mias em fzaer com q nos dséseoms bem, aifnal nós mroaoms jnuots e cnovievmos cmoo a úicna faímila qeu a Mloly tem… Sreá q vuo ter q etrnar na mnete dlee pra msotarr isso? Eu não qeuira, eu quriea que ele precesebse soizhno, asism deomnsrtaira qeu tb é ipmrotnate pra ele que a gnete se etnedna…
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Ahco qeu vcs saebm q sou jdueu, etnaõ nós cmoemaoroms o ‘Hanukkah’. Msmeo asism, rseovli aedirr ao epsíirto nalatnio e me vsteir de Ppaai Neol plea Mloly. Cmoo tdoos os mues aimogs etsvaam no pqieute da gevre dos rtoeisirats, me jntuei a eels. O Mhoniedr tmbaém nõa é cisrtão, msa efnim, eu não tneho tabmém me lgaido em rliegiõa dedse qeu meu pai me dixeou. O Naoh me dssie qeu eu pdoia ser o Paapi Neol, ele me graanitu qeu eu naõ treia q ler nnhemua catrihna de cirnaça pdiedno pesretnes. Foi lgeal ele lmerbar da mihna dilseixa, ahcei mto sneísevl da prtae dele.
Eu me vseti tdoniho de vreemhlo e banrco. A Mlloy me rceohnceeu, não sie prouqê. Ela ceghou e preugnotu: “Papi Prakman?” e eu dssie: “Vcoê qius dzier Paapi Neol”. Tpio, eu cnotuineu diezdno dnerto da ceabça dlea e froaçdno: “É o Paapi Neol, o vreadedrio Ppaai Noel! O Papai Neol! Paapi Noel…”
Etnão ela dssie: “Ahh, vc é o vredaerdio Ppaai Neol!” e pluou em mim e me dsise um mnote de ciosas qeu ela qiuera de Naatl. “Uma cmaa nvoa par droimr mias, um etsouqe de Btis & Peices, um DVD do Bogoyeamn, otruo da Blea Aordemcdia…” e eu epxliqeui pra ela qeu etse Ntaal naõ psoso dra DVDs, por cuasa ad gerve. Aí ela: “Msa eu fui uma boa mnenia!” Foi dfiíicl cloocar mais esse pnseamneto na caebça dlea, mas o Hiataino me aujodu a fzaer ela eqseucer os DVDs.
Cmoeeci a fciar com fmoe. Etnão porucrei por DONUTS e WALFEFS! Eu cmoi uns têrs wfafels qeu a Sndara fez. Deopis dios donuts, dpeois um patneone. Etnão vieo o Pteer e dssie, corhadno: “Cmoo vc pdoe pnsear em cmoer cmo meu imrão mroto e sem perivãso de qndo resucsita por cusaa da gevre?” Eu ingroei ele, mas rpearei o ohlar rerpoavdor do Moinhder. Pra vairar ele só vê o q fçao de erardo. Etnão fui artás de aglo mais lvee e ecntroei uams flohas vreeds. O Bnenet me sguerou: “Prakamn, isso não é vreudra, é a ávrore de Ntaal!” Aí sim o Mhoniedr fciou com mias vregnoha de mim e se afsaotu com a Mloly. Isso é inujtso, eu tarblaho de garça como Paapi Neol, aglmua ciosa tniha qeu cmoer!
Mas adnar no pquiete da gerve doeips foi bom praa fzaer a dgisetão. Eu até triei ftoo com o psesaol! Ohlem:

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Etnão, cnotiunnado a hsitróia, fui praa a tla da ‘cdiade qeu nucna drome’.
Daí, o Bnenet, Tde e eu praaoms praa o faomso ‘xxii, cfaé e cihcelte’. O Ted foi oa bahniero e ue fiuqei proecuapdo, prouqe vi uam luz vnido ed deabxio da prota ali, epsrei qeu ele esitesvse bem. Se ele fsose exlpoidr, epserei qeu a prtoa seja à povra de rdaoiaitviadde. O Bnneet foi tmoar cfaé e eu noã qius cihcelte, perfrei wfalfes! Wffales de craaemlo! Ahcaaram qeu eu iira cmoer donuts ed nvoo, né?
Lá da Pirmatceh até o psoto, o Benent canotu um mnote de msiúcas. ‘Fmaliy Man’, ‘Ode to My Fmlaiy’, ‘Óucols’, ‘Opos I did ti aagin’, ‘Froigven, not frogtoten’, ‘Bnag bang’, e otuars ciosas a vaigem tdoa. Jruo qeu pneesi em dzier pro Ted epxoldir lgoo pq noã aüegnatva mais ovuir esass msúiacs. E o poir era qaudno ele se rmeeixa jnuto cmo elas, no crrao. Msa vlotei a cmoer os mues wflfaes atnes qeu o Ted Chreonbyl cehugsase.
E foi isso aí, o Mtat etsvaa chgenado a NY!

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Preicso cotnar pra vcoês sbore um dia qeu me prnederam na Prmitaech. Cara, eu fqieui P*TO, MAS MITUO PT*O. Colouqei cpas lcoks pra vcs verem o qto fiuqei bravo. A Pirmtaech Ppaer fedia a ovo qeuiamdo, noã era ndaa leagl. Etnão, asism qeu saí ed lá, fui coemr usn donuts. Snetei ali e pnesei an tairção da mihna epsosa, dpeois no Ted. Aueqle cara era mieo mlacuo, qaundo etsavámos nsa celas, eu o ouvi pesnadno ciosas esuqisiats. Msa, votlnado aso donuts, NHAM, ue prceisava perugtnar o qeu coloarcam neles, paercia buainhla cmo um touqe ed mel e gsoto de lmião… Era cisoa boa memso, CIOSA BOA. Casp lokcs rlz, uhu! Bme, mas era mlheor terimanr logo de cmoer, prouqe etsavam me girtnado pra vloatr pro carro cmo o Ted e o Bnenet. Só qeu eu sou o Mtat Prakamn, ex-gaudra ed trâsntio e dseteimdo dteetvie!
Até a pórixma, caras, e lebmerm-es: o Matt está a slota por aí e ele sbae no qeu vcoê etsá pnesnado!
E UE AMO DONUTS!!!
