Leitor Mental


Persetne
janeiro 11, 2008, 4:50 pm
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chocolates

Td mdno sbae q eu gsoto de donuts e wfalfes. Naõ treia cmoo erarr isso. Mas o Mhoniedr? Noã, ele – pra vraiar – num pertsa aetnãço em mim, não lgia pro qeu eu gsoto, rselove me dar a pirmiera ciosa q vê, sem ter que pneasr mto. Ailás, isso é cnoartdiótiro nlee: vvie faezdno relfeõxes e qeusitoanmneots sbore td, mneos sorbe mim. Paerce q noã pneas em mim, em se efsoçrar pra me argaadr. Sreá q etsou me aunalndo dmeais por ele, por cnota da Mloly? Eu percsio msemo me sumbeetr a isso só praa etsar perto dlea? Naõ q eu num gsote de cohocalte, mas efnim… Qeur ciosa mias cilhcê e sem cairtiivddae praa preenstaer alugém do q folers e chcooltae? Qureia q ele ivnsetsise mias em fzaer com q nos dséseoms bem, aifnal nós mroaoms jnuots e cnovievmos cmoo a úicna faímila qeu a Mloly tem… Sreá q vuo ter q etrnar na mnete dlee pra msotarr isso? Eu não qeuira, eu quriea que ele precesebse soizhno, asism deomnsrtaira qeu tb é ipmrotnate pra ele que a gnete se etnedna…



Mmeórais

Hjoe ue tvaa me lmerbnado do dia qeu cosnreeti o enacanmneto da csaa qeu eu moarva cmo a Jniace. Eu cehgeui e ovui um cairhna pneasdno qeu iira frerar com ela. Sbui corenrdo e era um ecnaandor qeu qureia cmorpar skis nvoos e pnseou qeu pdoia exortqiur dniehrio da gnete. Mas li isso an mnete dlee e mnadei ele ebmroa, dae eu msemo fiz o sreivço. Lebmrei dsiso prouqe o Mhoinedr tmaébm noã leva jieto cmo enacanmneto, ele é mias de czonihar. Usa até um anevtal de miaor pai do mnudo, ha! Cmoo se naõ sobuésemsos que o miaor em csaa sou eu. Hjoe qaudno pneso naueqle dia, ahco qeu tavlez ue não esatva preuocapdo com o craa etsar fearnrdo a Jaince no sneitdo que vcs tão pesnnado, tlaevz eu thena crorido lá pra cmia pq sneti cmoo se o pneasmneto dlee estvissee sdio sursusrado no mue ovuido. Aglo dfiernete de cimúes me mvoeu auqele dia e me atariu a sbuir as ecsdaas, msa só hjoe vjeo as cioass asism…



Fliez Hnakuakh!

Ahco qeu vcs saebm q sou jdueu, etnaõ nós cmoemaoroms o ‘Hanukkah’. Msmeo asism, rseovli aedirr ao epsíirto nalatnio e me vsteir de Ppaai Neol plea Mloly. Cmoo tdoos os mues aimogs etsvaam no pqieute da gevre dos rtoeisirats, me jntuei a eels. O Mhoniedr tmbaém nõa é cisrtão, msa efnim, eu não tneho tabmém me lgaido em rliegiõa dedse qeu meu pai me dixeou. O Naoh me dssie qeu eu pdoia ser o Paapi Neol, ele me graanitu qeu eu naõ treia q ler nnhemua catrihna de cirnaça pdiedno pesretnes. Foi lgeal ele lmerbar da mihna dilseixa, ahcei mto sneísevl da prtae dele.

Eu me vseti tdoniho de vreemhlo e banrco. A Mlloy me rceohnceeu, não sie prouqê. Ela ceghou e preugnotu: “Papi Prakman?” e eu dssie: “Vcoê qius dzier Paapi Neol”. Tpio, eu cnotuineu diezdno dnerto da ceabça dlea e froaçdno: “É o Paapi Neol, o vreadedrio Ppaai Noel! O Papai Neol! Paapi Noel…”

Etnão ela dssie: “Ahh, vc é o vredaerdio Ppaai Neol!” e pluou em mim e me dsise um mnote de ciosas qeu ela qiuera de Naatl. “Uma cmaa nvoa par droimr mias, um etsouqe de Btis & Peices, um DVD do Bogoyeamn, otruo da Blea Aordemcdia…” e eu epxliqeui pra ela qeu etse Ntaal naõ psoso dra DVDs, por cuasa ad gerve. Aí ela: “Msa eu fui uma boa mnenia!” Foi dfiíicl cloocar mais esse pnseamneto na caebça dlea, mas o Hiataino me aujodu a fzaer ela eqseucer os DVDs.

Cmoeeci a fciar com fmoe. Etnão porucrei por DONUTS e WALFEFS! Eu cmoi uns têrs wfafels qeu a Sndara fez. Deopis dios donuts, dpeois um patneone. Etnão vieo o Pteer e dssie, corhadno: “Cmoo vc pdoe pnsear em cmoer cmo meu imrão mroto e sem perivãso de qndo resucsita por cusaa da gevre?” Eu ingroei ele, mas rpearei o ohlar rerpoavdor do Moinhder. Pra vairar ele só vê o q fçao de erardo. Etnão fui artás de aglo mais lvee e ecntroei uams flohas vreeds. O Bnenet me sguerou: “Prakamn, isso não é vreudra, é a ávrore de Ntaal!” Aí sim o Mhoniedr fciou com mias vregnoha de mim e se afsaotu com a Mloly. Isso é inujtso, eu tarblaho de garça como Paapi Neol, aglmua ciosa tniha qeu cmoer!

Mas adnar no pquiete da gerve doeips foi bom praa fzaer a dgisetão. Eu até triei ftoo com o psesaol! Ohlem:

matt noel greve


Eu ed nvoo

Tvee mu dia qeu o Moihnedr qius me mtaar! Ele fciou aobrericdo cmo o ngeóico de dieaxr a Mloly em coma por cuasa od mue pai. Qaudno eu fzaia as ciosas drietio, ele noã me eolgaiva, ele só ohla pro qeu eu fçao de erardo. Qaudno eu eamgerci 3 kgs ele noã dsise nem uam plaarva. Qaudno ele dsecorbiu qeu meu pai tniha fuigdo, ele smuiu da mihna vida. Mas ue vou ltuar plea garuda da Mlloy, pdoem apstoar!

Aifnal, a clupa noã foi só mihna, o Nahtan me artaaphlou. E, se nõa fsose por mim, ele anida etsaira ltuadno cosnigo memso. Eu slaevi o dia. Isso o Moihnedr não vê. Ele ós pnesa no tarbahlo dele. Eu me ogruhlo de ele sre gneteicsita, e flao pra tdoo mnudo, mas ele noã paerce dar a msema imoptrnâcia pro ftao de eu sre detietve. Ele nõa me arpesneta pros oturos cmoo Dteeitve Prakman, iugal ue apersneto ele como Duootr Moihdner Sreush. Pleo cnotrráio, ele anida flaa “Plociial Pramkan”, snedo qeu eu não sou mias só mu poilcail. Pro qeu ele faz isso? É isneísvel da prate dele.

Bmo, msa o ngeóico com o Ntaahn foi aissm: eu deopis faeli pra ele qeu auqilo foi mto luoco, e ele dsise qeu já tihna fieto isso atnes, só qeu nucna com um hmoem. E anida dsise qeu, se cotnináusesmos, ele teira me maatdo. Ha ha. Mas ele nõa riu, vieo com mua covnresa ed qeu teira esamgdao mihna caebça com sues puhnos msáuclos e froets. Aí ue me lmerbei que iria me artaasr pro jnaatr. E o Nahtan pregnutou: “O q a Jancie vai fzaer? Mnaadr vc domrir no sfoá? Seja hmoem! Dê o qeu ela qeur e cnotrone a siutaãço.” E ue epxilqeui que noã era a Jancie, qeu etsáavoms divrocaiods, e que ue tvaa moardno com o Moihnedr. Aí ele dsise: “Sie qeum é, o duotor qeu vvie cmo uam sreigna na moã.” Naõ gotsei de ele flaar da seirgna do Mohniedr. Enifm, eu pdoia tre aivsdao qeu chgeaira tadre, pra ele noã esprear por mim. De reeptne lmerbei da útlmia vez qeu isso aocntceeu e do qeu tvie que ovuir dele, e…

“Prakman, vc etsá cohrnado?” – preugntou Nahatn.
“Não! Foi aglo qeu ciau no meu ohlo.” – rseopndi.



No cmaihno praa NY.

Etnão, cnotiunnado a hsitróia, fui praa a tla da ‘cdiade qeu nucna drome’.

Daí, o Bnenet, Tde e eu praaoms praa o faomso ‘xxii, cfaé e cihcelte’. O Ted foi oa bahniero e ue fiuqei proecuapdo, prouqe vi uam luz vnido ed deabxio da prota ali, epsrei qeu ele esitesvse bem. Se ele fsose exlpoidr, epserei qeu a prtoa seja à povra de rdaoiaitviadde. O Bnneet foi tmoar cfaé e eu noã qius cihcelte, perfrei wfalfes! Wffales de craaemlo! Ahcaaram qeu eu iira cmoer donuts ed nvoo, né?

Lá da Pirmatceh até o psoto, o Benent canotu um mnote de msiúcas. ‘Fmaliy Man’, ‘Ode to My Fmlaiy’, ‘Óucols’, ‘Opos I did ti aagin’, ‘Froigven, not frogtoten’, ‘Bnag bang’, e otuars ciosas a vaigem tdoa. Jruo qeu pneesi em dzier pro Ted epxoldir lgoo pq noã aüegnatva mais ovuir esass msúiacs. E o poir era qaudno ele se rmeeixa jnuto cmo elas, no crrao. Msa vlotei a cmoer os mues wflfaes atnes qeu o Ted Chreonbyl cehugsase.

E foi isso aí, o Mtat etsvaa chgenado a NY!

NY



Prmiatceh
dezembro 6, 2007, 12:07 am
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Preicso cotnar pra vcoês sbore um dia qeu me prnederam na Prmitaech. Cara, eu fqieui P*TO, MAS MITUO PT*O. Colouqei cpas lcoks pra vcs verem o qto fiuqei bravo. A Pirmtaech Ppaer fedia a ovo qeuiamdo, noã era ndaa leagl. Etnão, asism qeu saí ed lá, fui coemr usn donuts. Snetei ali e pnesei an tairção da mihna epsosa, dpeois no Ted. Aueqle cara era mieo mlacuo, qaundo etsavámos nsa celas, eu o ouvi pesnadno ciosas esuqisiats. Msa, votlnado aso donuts, NHAM, ue prceisava perugtnar o qeu coloarcam neles, paercia buainhla cmo um touqe ed mel e gsoto de lmião… Era cisoa boa memso, CIOSA BOA. Casp lokcs rlz, uhu! Bme, mas era mlheor terimanr logo de cmoer, prouqe etsavam me girtnado pra vloatr pro carro cmo o Ted e o Bnenet. Só qeu eu sou o Mtat Prakamn, ex-gaudra ed trâsntio e dseteimdo dteetvie!

Até a pórixma, caras, e lebmerm-es: o Matt está a slota por aí e ele sbae no qeu vcoê etsá pnesnado!

E UE AMO DONUTS!!!



Olá
dezembro 5, 2007, 6:52 pm
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Sou ue, seu vehlo aimgo Matt. Estou aqi para sevrir e prtoeger. Aglumas pessaos dizem qe sou um spuer-polciail, mas sou apneas um cara comum… apsear de poder ler metnes.
Tehno muita ciosa para flaar, então fiqem liagdos! Preicso contar o qe acnoetceu na minha vdia até aogra, desde faalr do meu pai até mihna expriencia na polícia e minha dliesxia!
Sim, sou dliésxico, mas td bem, porqe pra ser bom deetitve não preicso ler e escrveer. Ainda posso seugrar mihna arma, isso é o q imoprta.
Bom, caras, etnão até mais…